As meninas do Little Mix agora estão muito mais seguras no clipe lançado hoje para ‘How Ya Doin’?’. Impossível é assistir ao vídeo e não perceber o crescimento que elas tiveram desde o lançamento de ‘Wings’ (ou se você acompanha as little muffins há mais tempo, desde aquela primeira apresentação de ‘Super Bass’ no live do X Factor).
Que a música tem tudo para se tornar um hit, todo mundo sabe. Inclusive a participação da Missy Elliott, tanto na música quanto no clipe, torna menos turbulenta o estabelecimento das meninas no mercado americano.
No próximo final de semana acontecerá a grande final do X-Factor UK, mas como todos já presumiam, a única coisa grande que podemos esperar são as performances dos artistas convidados. Kylie Minogue, Rihanna, One Direction e Emili Sandé são alguns que já confirmaram presença no evento que irá premiar James Arthur, Jhemene Douglas ou Chris Meloney como o favorito do Reino Unido esse ano.
Em questão de candidatos essa é certamente a pior final que o programa já teve em sua história, e eu não falo isso por ter torcido pelo Union J (eliminado nesse domingo), basta dar uma olhada no portfólio dos três finalistas dessa edição pra ver o quão contraditório será ver um deles ganhando um reality como o X-Factor. Por outro lado, como nesses casos sempre há um lado positivo, próximo ano muita coisa deverá mudar baseado nos erros desse; Nicole e Louis com certeza estarão de volta, afinal eles foram os melhores nessa temporada, Gary já confirmou sua saída e enquanto isso ninguém sabe o que acontecerá com a Tulisa.
Por falar nela, a ex N-Dubz está lançando nesse fim de semana seu novo single, ‘Sight of You’, e o seu primeiro álbum solo, ‘The Female Boss’. Mesmo sendo atualmente uma das celebridades mais populares do país, a expectativa para os seus novos lançamentos não são as melhores, a própria confessou que muita coisa dependia de sua performance hoje a noite no programa, e olha, digamos que não foi nada memorável.
Visivelmente nervosa, Tulisa passou longe de dar seu melhor. Vou confessar que adoro essa música mas no disco há outras faixas que cairiam bem melhor nessa situação, ‘Live Your Life’ e ‘Visa’ são apenas alguns exemplos.
Quem também deu as caras por lá hoje a noite foi a P!nk, e bem, nela a gente sabe que sempre pode confiar. Olha só como foi a performance de ‘Try’;
Logo após a Band demonstrar interesse em adquirir o formato do The X Factor, o SBT entra agora na disputa para também tentar produzi-lo aqui no Brasil.
Como noticiado, a emissora dos Saad até tinha cogitado alguns nomes para atração, eles seriam Preta Gil e Wanessa Camargo no posto de treinadoras e juradas, assim como Sabrina Sato e Rafael Cortez no cargo de apresentadores. As negociações, no entanto, não prosperaram.
Christina Aguilera acredita que o real motivo do The Voice está tendo mais telespectadores que o X-Factor é o simples motivo do seu programa ser melhor que o concorrente.
Em entrevista ao jornal Metro, a dona do hit ‘You Lost Me’ acusou Simon Cowell de tentar estereotipar todos os candidatos do seu talent show, apontando ainda as principais diferenças entre as duas competições: “No The Voice nós não tentamos fazer um candidato chorar apenas pra conseguir audiência”.
Amanhã começa os live shows da nona temporada do X-Factor e como prometido no último domingo, aqui está o nosso post especial apresentando os doze finalistas. Como já de costume, o blog está recebendo três convidados especiais para a cobertura do programa, abaixo você pode conferir o ponto de vista de cada um sobre o seu respectivo team.
GARY // OVER 28 // GUSTAVO
Mr. Barlow não tem do quê reclamar. Sua categoria é uma das mais sólidas deste ano, sem sombra de dúvida. Kye, Carolynne e, principalmente, Melanie, se destacaram desde suas audições e não deixaram a peteca cair desde então. Ok, justiça seja feita: Kye errou feio ao escolher “Payphone”, do Maroon 5, para sua apresentação na Judge’s House, mas isso não diminuiu sua trajetória até aqui. Carolynne recebeu, enfim, a chance de provar o seu talento. Depois de não ser escolhida por Louis na Judge’s House do ano passado e enfrentar uma barra em sua vida pessoal, ela retornou com a corda toda e conseguiu a aprovação final de Gary. Por fim, temos Melanie, que encanta tanto por sua aparência (que lembra muito a saudosa Janis Joplin e a fofíssima Florence Welch), quanto por sua potência vocal.
Com essas três peças tão distintas entre si, Gary tem um time pronto para bater de frente com as outras categorias este ano e, quem sabe até, ganhar a competição. Possibilidades não faltam. Kye é extremamente capaz e não tem medo de inovar (visto pelo ótimo mash-up de “Save the World/R.I.P.”, que o levou com facilidade ao Bootcamp. Carolynne e Melanie seguem por caminhos diferentes no que se refere ao estilo musical, mas ambas possuem um grande talento e capacidade de evoluírem bastante durante a competição. E se a gente somar a isso tudo a chance de Christopher Maloney voltar ao programa, não vai ter ninguém que bata a categoria! Que venham os live shows!
TULISA // GIRLS // THIAGO
Não acho que tenha uma grande diva este ano, o que por um lado é bom porque as divas nunca chegam tão longe assim. Entretanto, temos a Ella Anderson que pode ser um grande nome na competição se não for limitada apenas a baladas. Se bem trabalhada no seu estilo, para mim é a chance da Tulisa chegar à final nesta temporada. Em segundo nós temos a Jade Ellis, ela parece aquele candidato que é tão camaleônico que vai se sair bem em todas as semanas e provavelmente vai longe na competição (até pelo apelo da filha e tal), mas que quando for jogado no mercado não vai ter a atenção que merece do público. No entento, espero estar errado. A terceira escolha da Tulisa é que me preocupa de verdade. Voltando para o tempo das audições, eu diria que a Lucy Spraggan era uma forte candidata. Cantando uma música de autoria própria em cima de uma melodia pop genérica que me lembrou alguém como a Kate Nash. Olhando mais a frente, no bootcamp, as apresentações dela não foram tão boas quanto a primeira, na realidade foram bem inferiores. Por mais sucesso que tenha feito no iTunes com a música da audição, se pudesse dar um palpite, a Lucy seria a primeira girl a sair lá pela quarta eliminação do programa.
Apesar de ter várias opções boas para escolher, a Tulisa soube equilibrar os estilos das meninas que levou consigo para os live shows. Em minha humilde opinião, sem estratégia de jogo, a Amy Mottram merecia o lugar no programa mais que a Lucy, mas levar a Amy e a Ella ao mesmo tempo seria repetitivo e chato. Iam ser dois atos muito parecidos. Por isso que, mesmo tendo alguns medos em relação a duas meninas do time, acho que as escolhas (repito: para o jogo) foram as melhores que a Tulisa poderia fazer.
LOUIS // GROUPS // ANDERSON
Pelo ótimo currículo que o Louis tem empresariando bandas eu imaginava que ele conseguiria montar um time melhor para os live shows. Atualmente eu nem sei por que escolhi essa categoria esse ano, pois do meu ponto de vista o único ato que realmente parece ter potencial para alguma coisa é o Union J – mesmo com esse nome horrível que espero me acostumar com o tempo.
A categoria dos grupos até que saiu forte do bootcamp, mas a escolha dos três finalistas não facilitou muito as coisas. Basicamente com duas opções de cada estilo, Louis optou duas vezes pelo candidato mais fraco. Eu ainda tô processando a ideia de ter o MK1 nas semi-finais enquanto o trio Mitsotu foi mandado pra casa, se era pra ter um representante de hip-hop no time que tivesse sido eles que são muito mais interessantes do que a dupla aprovada.
Na edição do episódio que revelou os escolhidos para próxima fase GM3, Union J e Times Red não foram colocados na disputa da mesma vaga, mas de certa forma nem precisava, eles eram os representantes das boybands desse ano, então obvio que alguém teria que ficar de fora – e fatidicamente foi o Times Red. Eu até entendendo que o Louis enxergue algo nos jovens do GM3 mas, com o Union J na competição, a presença deles é totalmente dispensável – sem contar que eu odeio a forma como eles se expressam enquanto estão cantando.
O Top 3 ideal pra mim seria Mitsotu, Times Red e Union J, mas já que isso não foi possível, é aguardar pra ver o que vai acontecer nesse sábado (e torcer pra que o wildcard seja dado ao TR).
NICOLE // BOYS // IGOR
Esse ano a categoria dos rapazes está sob a mentoria da diva flop Nicole Scherzinger, que contou com a ajuda de seu amigo Ne-Yo para escolher os três finalistas da categoria na fase do Judges Houses, tendo ambos concordado nas escolhas feitas, sem dramas e discordâncias. Nicole fez escolhas bem pouco ortodoxas, o que talvez não seja ruim, não apenas vendo quão bons estão os competidores das outras categorias, mas também analisando em retrospecto o destino trágico dos vencedores masculinos do X Factor, constantemente fadados ao esquecimento (Matt Cardle, Joe McElderry, Leon Jackson…)
Entretanto, sempre há espaço para um hipster ultra-sentimental e com histórias demais no fundo do coração para contar; entra aí James Arthur, que tem um nome bastante sonoro para os fãs ficarem imitando deliciosamente o narrador do programa quando ele anunciar James em suas entradas nos Live Shows que começam essa semana. Rylan Clarke é a grande surpresa. Se você achou que só Louis Walsh escolhia “joke acts” mega bizarros que só ele achava que poderia agradar o público, se enganou, pois Nicole adotou tática parecida. Os tablóides britânicos inclusive já dão conta de bombardear o rapaz, que já revelou ter recebido ameaças de morte pelo Twitter. Por último, La Scherzinger escolheu Jahmene Douglas, que provavelmente é a única pessoa no universo inteiro a nunca ter antes ouvido “Moves Like Jagger”, o que quase o colocou para fora durante o Bootcamp. Mas, por possuir uma potente voz, continuou no jogo. Fechando o time na condição de wildcard está o “bonitinho, mas desafinou com ABBA” Adam Burridge. O rapaz, dono de uns olhos lindíssimos e de uma voz igualmente sedutora, ficou de fora junto de outros três competidores, tendo sido escolhido por Nicole para tentar uma segunda chance julgado por voto popular, após ter feito uma versão pouco impressionante de “SOS”.
Resta agora ver se a heterogeneidade do time de La Scherzinger resistirá a pressão do passado vergonhoso dos Boys do X Factor e também a fortaleza montada pelos outros jurados.
Simon Cowell disse, em entrevista ao TMZ, que Britney Spears pensou em desistir de sua participação no X Factor em seu primeiro dia de gravação.
Em maio, o TMZ havia noticiado que Britney havia abandonado a gravação por não ter gostado de ouvir uma de suas músicas sendo mal interpretada por um participante do programa. Na época, Britney negou qualquer problema e afirmou que havia apenas ido ao banheiro. “Estava só dando um pequeno intervalo, pessoal. Estou em minha melhor fase!”, escreveu ela no Twitter.
Há quem diga que vencer um reality show de música é o caminho mais fácil para alguém se tornar um grande artista. Bem, todos nós sabemos que isso está longe de ser verdade. No momento em que o programa termina a pessoa está realmente com a popularidade lá em cima, mas na maioria dos casos o que a gente vê é eles sofrendo pra se manter no mercado depois. O problema geralmente é um só: o artista que conhecemos durante a temporada de determinado show dificilmente ainda é o mesmo depois que a gravadora se apossa dele, com tudo esse não é o único problema. Como a cada ano pelo menos uns dez novos nomes aparecem na música oriundos de algum desses realitys, é normal que o público não se apegue a todos eles.
American Idol, X-Factor, The Voice ou qualquer outra atração do estilo apenas servem para nos apresentar algumas vozes agradáveis que não sabem como marcar um encontro com algum produtor ou empresário, mas no fim das contas, só sobrevive aquele que realmente tem algo novo para acrescentar – e claro, o teste de fogo é justamente o primeiro single. Joe McElderry, Lee DeWyze, Matt Cardle e Leon Jackson são apenas alguns dos vários exemplos de artistas que tiveram a carreira afundada apenas por lançarem um primeiro single de baixa relevância, e quando eu falo afundada, é afundada mesmo, pois alguns deles foram demitidos apenas três meses após o lançamento do álbum de estréia. Por outro lado, há sim quem consiga romper essa barreira.
Há quase dez anos atrás, fruto do Popstars britânico, nascia as Girls Aloud, uma das bandas de maior sucesso do Reino Unido na última década. O primeiro single delas? ‘Sound Of The Underground’, uma música com identidade própria e diferente de qualquer outra coisa já lançada por uma girlband até o momento.
De lá pra cá, toda banda formada apenas por garotas que aparecia era automaticamente comparada as Girls Aloud ou Spice Girls, quer dizer, até o ano passado. A vitória das meninas do Little Mix na última temporada do X-Factor revitalizou a popularidade das girlbands que estava apagada desde as Girls Aloud anunciaram férias em 2009. Tudo bem que, entre altos e baixos, The Saturdays e Sugababes continuaram se mantendo, mas antes de ‘Cannonball’ ser #1 no UK Charts, a única girlband a conseguir atingir essa marca foi (adivinha quem?) as Girls Aloud. Com tudo, a gente não pode contar um cover do Damien Rice como ‘debut single’ de verdade, não é? Pois bem, Perrie Edwards, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Jade Thirlwall lançarão dia 22 de Agosto o seu verdadeiro single de estréia, mas para acalmar o ânimos dos mais ansiosos, um lyric video acabou de ser liberado.
‘Wings’ é o título da música que dirá se as Little Mix vieram pra ficar ou se foram apenas uma sensação que saiu de moda antes mesmo de entrar, mas a julgar pela qualidade da faixa, as meninas não tem o que temer. O primeiro acerto já foi não terem dado mais um cover pra elas, o segundo não ser uma balada, o terceiro foi ter deixado o Gary Barlow longe da jogada e o quarto, e mais importante de todos, é o simples fato da música ser brilhante. ‘Wings’ é um upbeat com uma letra, que se você prestar um pouco de atenção, verá que quase soa como uma versão colorida de ‘Born This Way’: Mama told me not to waste my life, she said ‘spread your wings, my little butterfly’, don’t let what they say keep you up at night, and they can’t detain you, ‘cos wings are made to fly.
Refrescante, pop e dançante, as meninas realmente não poderiam ter começado sua trajetória de forma melhor. A primeira performance do single acontecerá ainda hoje no T4 on The Beach, volte ao blog a noite pra ver como elas se sairam.
Entender por que Nicole Scherzinger não consegue emplacar como cantora solo é um dilema que eu de vez em quando me pego tentando entender. Ela é tão talentosa, ótima vocalista e sempre manda tão bem quando canta ao vivo que é realmente difícil entender o motivo das pessoas não gostarem dela. Ou melhor, os americanos não gostarem.
Depois do fiasco que foi a primeira temporada do X-Factor US a situação dela no país conseguiu ficar ainda mais crítica, até o ‘Killer Love’ que já tinha sido dado como certo teve o lançamento cancelado em cima da hora. Tudo bem que a culpa não é dela, pois eu duvido muito que qualquer coisa que venha a ser lançada a partir dali consiga grande coisa, mas o fato é que se ela tinha alguma chance de se estabilizar nos Estados Unidos, a melhor já foi perdida.
Porém o que passou já passou e agora é seguir em frente – e as coisas estão bem melhores do que o esperado. Depois de participar como jurada convidada em Londres nesse ano, Nicole agradou tanto os executivos da ITV1 que a vaga deixada pela insossa da Kelly Rowland na versão britânica do show acabou ficando pra ela. Eu não sei ao certo se a fase de audições já foi concluída, com tudo, Nicole só irá assumir um lugar fixo na bancada do programa, que também contará com Gary Barlow, Louis Walsh e Tulisa Contostavlos, somente a partir da fase do bootcamp.
A ex-vocalista das Pussycat Dolls realmente não poderia estar em situação melhor no momento. O Reino Unido é o lugar onde ela mais faz sucesso, todos os seus singles conseguiram Top 20, incluindo três top 3 e o #1 com ‘Don’t Hold Your Breath’, além de claro, ser o único país onde o ‘Killer Love’ recebeu o certificado de disco de ouro. Também não podemos esquecer que mesmo quando não era jurada fixa em 2010, foi ela a responsável por unir um dos artistas de maior sucesso que a franquia do Simon já revelou, afinal, se hoje em dia a One Direction é o sucesso que é, boa parte dos créditos devem ser dados à Nicole.
Como eu sei que algum hater, ou quem sabe vários haters, vão aparecer por aqui, já vou deixar logo uma mensagem;
Ainda não é oficial mas parece que já não falta muito para ser, a cada semana que passa os rumores de que esse ano teremos a Britney na bancada de jurados do X-Factor USA ficam mais fortes e pra dar mais impulso ainda à essa história ambas as partes já demostraram interesse nesse acordo.
Por motivos que dispensam comentários, algumas pessoas parecem não estar muito satisfeitas com a possibilidade de ver a mãe do Sean e Jayden julgando os candidatos na próxima temporada do programa, mas pessoalmente eu acredito que nenhuma outra estrela poderia ser mais apropriada para esse posto no momento.
Acompanhe
01.O FORMATO DO PROGRAMA
Um dos diferenciais que tornam o X-Factor o meu programa de música favorito é o fato dele não se prender unicamente a voz do participante, lógico que esse talvez seja o critério mais importante, mas certamente é por isso que vários vencedores de concursos similares não conseguem vingar após ao final de suas respectivas temporadas. Por exemplo: de que adiantou um programa tão bom quanto o The Voice ter premiado um cantor tão medíocre como o Javier Collon em sua primeira temporada? OK, o cara canta bem, mas alguém ai teve coragem de ouvir o CD dele?
Se alguém da atual elite do pop tem esse dito ‘fator x’, esse alguém é a Britney. Ela pode até não cantar ao vivo em suas turnês e nem estar inteiramente ligada ao processo de gravação dos seus álbuns, mas então como justificar o sucesso dela? É algo inexplicável, ou melhor, é até bastante simples, ela nasceu com o que chamamos de quality star – e quando uma pessoa possui isso não há nada que a impeça de brilhar.
02.AS AMBIÇÕES DO SIMON COWELL
Como empresário, a maior preocupação do Simon nem de longe é investir seu dinheiro em alguém que não lhe retribua posteriormente. O X-Factor UK é atualmente o programa que tem o maior numero de artistas bem sucedidos e com carreiras sólidas em relação aos demais (isso sem contar nos que ainda estão na fase emergente como Cher Lloyd, One Direction, Little Mix e Rebecca Ferguson). Tudo bem que a versão americana estreou com o pé esquerdo e com certeza todos os erros cometidos ano passado serão revisados quando o programa retornar no próximo semestre.
O primeiro passo já foi dado e o cast completo da atração, com exceção do LA Reid, será renovado. Agora me digam, quem vocês acham que atrai mais atenção das pessoas: Britney, Paula ou Nicole? Seguindo a ideia do paragrafo acima, quão realizado o Simon ficaria caso conseguisse ser responsável pelo descobrimento de um artista que conseguisse atingir pelo menos metade do que a Britney conseguiu em seus mais de dez anos de carreira?
03.A ATUAL SITUAÇÃO DA BRITNEY
Caso ela feche mesmo com o Simon, Britney seria a primeira jurada de um programa do estilo que não estaria participando com segundas intenções. Não é nenhum segredo que qualquer outra cantora que ocupa esse papel no momento só está nele por conta de uma baixa que sua carreira sofreu nos anos anteriores, ou em outros casos, como o da Cheryl e Tulisa – que só participaram do programa com a intenção de alavancar suas carreiras solos.
Britney pelo contrário está em uma ótima fase e seu foco será apenas seus candidatos.
04.A SUA INFLUÊNCIA
Nicki Minaj já contou em entrevista que Britney foi a responsável pelo seu sucesso. Hoje o mundo só conhece a Sabi por causa da parceria em ‘Drop Dead Beautiful’ e até mesmo Lady GaGa já afirmou que Britney foi uma de suas inspirações (o discurso no VMA soou um pouco forçado, mas enfim, foram as palavras dela). Agora tentem imaginar o que será da pessoa que ganhar a simpatia dela no programa? Conseguiu? Eu ainda não.
05.ELA TEM TUDO PRA SER UMA ÓTIMA JURADA
Sinceramente, se até eu que não consigo tirar uma nota boa no karaokê sei diferenciar quem canta bem de quem só da o truque, por que a Britney também não conseguiria? Afinal de contas eu acredito que surda ela não é.
Por fim, como já disse a Madonna, C’mon Britney take it down and make the music dance.
1. Foi lançado o clipe de ‘Cannonball’. 2. Ele é muito ruim.
OK, eu sempre preferi não julgar os clipes dos winners singles do X-Factor pelo fato deles sempre serem lançados em cima da hora. Sempre foi assim: o candidato vence a temporada e no outro dia está no estúdio gravando o vídeo pra ser lançado no máximo em 48 horas após o final da edição. Obviamente que em tão pouco tempo não da pra fazer algo bom, mas esse ano com as Little Mix esse processo mudou um pouco, a pena é que o resultado foi bem trágico.
Como eu só acompanho o programa da temporada da Alexandra Burke pra cá, posso dizer que essa foi a primeira vez que o clipe do vencedor não foi lançado logo na semana de estréia do single. Pela primeira vez eu acreditei que um vídeo mais descente fosse ser divulgado, afinal de contas, já se passaram quase 15 dias desde o final da temporada, tempo suficiente para se gravar um clipe no mínimo ‘ok’ – porém aquele que prometia ser o melhor winner video de todas as temporadas acabou se tornando a maior decepção.
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É claro que esse foi um trabalho feito pelos produtores do programa e por isso não há como culpar as meninas por ele, mas o fato é que até no clichê da trajetória do grupo ao longo da temporada a produção cometeu falhas esse ano. Usar as cenas da apresentação feita durante a final com o áudio gravado em estúdio por cima ficou mais que estranho, ficou deprimente. A único momento positivo é podermos ver em câmera lenta a reação da Tulisa após o anuncio do resultado, E SÓ. A impressão que ficou foi que eles se tocaram que até hoje não haviam gravado o clipe ainda e resolveram fazer esse em meia-hora.
Cadê 2012 que não chega logo? Todo mundo por aqui adora o X-Factor, mas vamos combinar que essa fase pós temporada é sempre um saco.