Cheryl Cole

Todo mundo quer um pedaço do Calvin Harris e a Cheryl Cole não é diferente

O Calvin Harris sempre deixou bem claro que prefere ser reconhecido como DJ/Produtor do que como cantor mas parece que as pessoas só se tocaram disso após o sucesso de ‘We Found Love’. Há quatro anos atrás ele produziu ‘In My Arms’, uma das melhores músicas de toda a carreira da Kylie, porém foi do ano passado pra cá que o nome dele aparece junto às notícias de retorno de várias cantoras pop. Primeiro teve a Leona Lewis, agora foi a vez de Cheryl Cole confirmar parceria com hitmaker escocês.

Essa notícia seria ótima se não fosse pela expectativa de lançamento do novo material da Cheryl.

Notícias indicam que o terceiro álbum da ex-jurada do X-Factor deve ser lançado no segundo semestre de 2012, mas como a gente já conhece os esquema de divulgação do Reino Unido sabemos que o primeiro single sairá pelo menos uns 3 meses antes nas rádios contando ainda com várias performances até o dia em que música chegará as lojas. Tudo aponta para que a parceria entre Cheryl e Calvin, que ainda terá uma participação do will.i.am, seja o carro-chefe do novo disco e se somarmos a popularidade deles sabemos que isso será um enorme sucesso. Mas questão é: onde as Girls Aloud ficam nessa história toda?

Mesmo sem uma confirmação oficial, todos já estavam cientes que 2012 seria o ano que a banda retomaria suas atividades mas com um novo álbum da Cheryl a caminho esse sonho parece ficar cada vez mais distante.

Eu sou extremamente grato por tudo que foi lançado durante essas férias do grupo e isso inclui os dois álbuns da Cheryl, passando pelo ‘Insatiable’ da Nadine até chegar ao ‘Cinderella’s Eyes’ da Nicola e até mesmo a participação da Kimberley em ‘Like You Like’, mas de verdade, eu já não aguento mais esperar para que as cenas do vídeo abaixo voltem acontecer novamente.

Essa não é uma boa notícia para os fãs das Sugababes

Depois de uma má temporada em 2010 com o álbum ‘Sweet 7′, 2011 prometia ser o ano em que a versão 4.0 das Sugababes finalmente iria decolar, mas pelo visto o grande público parece mesmo ter perdido o interesse pelo grupo.

‘Freedom’ que, a principio, seria o single carro-chefe do novo álbum das ‘babes’ acabou sendo disponibilizado gratuitamente no Amazon após o fiasco logo na pré-venda, com isso o disco acabou sendo adiado por tempo indeterminado. Mas pelo visto, se os fieis fãs banda ainda tinham esperanças de algum material inédito agora em 2012, é melhor pedir a cadeira da Cláudia emprestada.

Em entrevista ao Digital Spy, a loira do grupo, Heidi Range, que a partir do próximo domingo estará competindo na nova temporada Dancing on Ice, confirmou que não há planos para nenhum material das Sugababes por enquanto, com tudo, garantiu que esse AINDA não é o fim da banda. Quando perguntada sobre os próximos passos do grupo, Heide respondeu: ‘Nós não estamos concentradas nisso agora. Eu estou concentrada no programa (porém com expectativas de um futuro próximo). Nós (Sugababes) não temos nada planejado no momento‘. E continou, ‘estamos fazendo nossas próprias coisas, mas não acabamos‘.

Como esse foi um depoimento da própria Heide, então não temos como ir contra. Mas agora vamos pensar, será que a gente já não ouviu essa história antes?

NÃO? Será que isso te ajuda a lembrar?

E agora?

Nada ainda? Mais uma dica;

OK, ESSA É ÚLTIMA CHANCE

E então? Agora o que vocês me dizem sobre o próximo álbum das Sugababes?

Pop de raiz britânica, Nicola Roberts e o seu vitorioso ‘Cinderella’s Eyes’

TUDO COMEÇA AQUI

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Geralmente quando alguns amigos resolvem montar uma banda ou um grupo automaticamente subentende-se que todos os envolvidos possuem um mesmo ponto de vista sobre qual tipo de música eles gostariam de fazer, até mesmo quando o processo de formação acontece através de um concurso nos moldes do X-Factor a procura por uma harmonia entre os integrantes é um dos focos principais, com tudo, as vezes nem todo esse esforço é capaz de fazer com que o projeto tenha uma vida longa na indústria. Correndo por fora de todas essas regras nós temos as Girls Aloud, o grupo feminino de maior estabilidade da história do Reino Unido formado durante o reality ‘Popstars: The Rivals’, que diferente da versão brasileira que deu origem ao Rouge, o público era que decidia qual das finalistas escolhidas pelos jurados (Pete Waterman, Louis Walsh e Geri Halliwell) formariam a banda. Falando assim até parece que seria a formula mais certeira de um fracasso, não é? Mas não se engane, levantando a bandeira do glam pop e tendo todos os seus álbuns produzidos por uma das equipes mais competentes do cenário pop mundial, aka Xenomania, as Girls Aloud dominaram os charts britânicos de 2002 a 2009 sendo figurinha carimbada até no Guinness Book por conta da sua sequência de 20 singles consecutivos dentro do Top 10, uma marca já mais alcançada por um outro artista até hoje.

No final de 2009 foi anunciado que, após sete anos trabalhando juntas, as garotas entrariam de férias e que durante esse período cada uma poderia trilhar seu próprio caminho até que as cinco decidissem o momento certo do retorno. Por incrível que pareça foi justamente durante esse recesso que o grupo se tornou mais popular em uma escala mundial, e obviamente vocês sabem o que motivou isso. Cada vez mais próxima de se tornar uma estrela global, Cheryl Cole inegavelmente foi a mais sortuda da trupe. Com seus dois álbuns no topo das listas de sua terra natal, Chezza não é apenas uma estrela da música (até por que se ela dependesse apenas disso sua conta bancária certamente não estaria tão gorda), todo o seu charme, beleza e educação fez com que ela caísse nas graças do Simon Cowell que a colocou no painel de jurados do maior programa da TV inglesa, acho que você sabe de qual atração eu estou falando. A partir desse momento nenhuma outra integrante do grupo estava no mesmo nível de popularidade da Cheryl, mas elas não estavam dispostas a amargar o triste gosto do esquecimento. Ano passado, Nadine Coyle, que sempre foi apontada como a melhor voz entre as cinco, decidiu deixar um pouco de lado os seus dotes como empresária do ramo da gastronomia e também se lançou em carreira solo, e o primeiro flop envolvendo o nome das Girls Aloud foi registrado. Mas se por um lado o disco foi um fiasco de vendas, Nadine pode se orgulhar de ter lançado um álbum consistente que mesmo sem chegar a ser abrasivo, até hoje corroe como maresia. Nesse meio tempo chegou a ser cogitado que a Sarah também lançaria um disco com uma pegada mais ‘extravagante’, nada mais a cara dela, porém ficou sou na vontade mesmo. Kimberley flertou algumas parcerias, em sua mais bem sucedida, no dueto com o brasileiro Aggro Santos intitulado ‘Like U Like’, até conseguiu um Top 10. No entanto, contrariando até a expectativa dos fãs de longa data, Nicola ‘a feia do grupo’ Roberts anunciou em meados do ano passado que também lançaria um disco. Parecia piada, e até a própria Nicola deveria ter noção disso, mas vingança é um prato que se come frio (e Roberts mostrou que também sabe bem o que é isso).

Alguns meses atrás, aqui mesmo no blog, eu cheguei a comentar que 2011 seria o ano que a Nicola dominaria o mundo, e apesar dos charts da vida não estarem fazendo o seu papel, isso ainda está bem próximo de se tornar realidade. Parece que foi ontem que o primeiro vídeo da série que acompanharia todo o processo de gravação do disco foi divulgado em seu canal oficial no Youtube. O conteúdo era simples, apenas vinte e três segundos com o instrumental daquele que viria a ser o seu primeiro single. Por se tratar de uma produção assinada pelo Diplo um novo grupo de pessoas passou a acompanhar os passos de Nicola, porém nada comparado ao surto que aconteceu no dia em que o primeiro teaser de ‘Beat Of My Drum’ caiu na internet, eu lembro exatamente o dia: uma quarta-feira. Foi lindo ver o nome da ginger no trend topics mundial do twitter (de onde mais não é mesmo?), o fato se repetiu dois dias depois quando a música finalmente viu a luz do dia através do programa do Scott Mills, ‘Ready For The Weekend’, da BBC Radio 1. Foi tudo muito rápido e em um piscar de olhos todo mundo estava comentando sobre a Nicão, como é mais conhecida entre os íntimos. Em uma composição levemente autobiográfica, os dias de cuadjuvante no grupo são lembrados em versos como “two left feet, I had no beat, baby i’m in the corner learning quick (dois pés esquerdos, eu não tinha a batida, baby eu estava no cantinho, aprendendo rápido)”. Mas a intenção da música estava longe de ser uma crítica, com um refrão grudento enraizado em cima de uma re-edição do single do Major Lazer, ‘Pon De Floor’, Nicola só queria que as pessoas dançassem ao som da bateria dela. O pedido foi atendido.

“Could it be my lucky day?” fazendo um caminho contrário ao que os críticos ingleses esperavam, ‘Beat Of My Drum’ não se saiu bem nas vendas, no entanto, parece até que a Nicola já previa isso. ‘Lucky Day’, o segundo single do disco, começa com uma pergunta que não seria respondida de imediato, ou melhor, tendo em vista que muita gente ainda tinha dúvida se poderia ou não confiar na Nicola, o single soou como um grande sim para esses indecisos. Co-escrita pela vocalista da banda Dragonette, Martina Sorbara, o clipe multi-colorido e com coreografias esporádicas é um verdadeiro deleite aos olhos, principalmente se você estiver interessado em ver a marca da calcinha dela. A partir dai estava lançada a contagem regressiva para o ‘Cinderella’s Eyes’, e olha, não foi uma espera fácil de suportar não. Como nessas horas tudo é valido para suprir a ansiedade, até os b-sides do singles, ‘Disco, Blisters & a Comedown’ e ‘Fix Me’, foram tratadas como preciosidades quando foram lançadas, um tratamento bastante justo diga-se de passagem.

Mas o tão esperado dia de lançamento do disco finalmente chegou, mostrando que dependendo das pessoas que você escolhe para trabalhar é possível sim manter um álbum intacto até o dia dele chegar as lojas, nenhuma música, sem o seu próprio concedimento, caiu na internet antes da hora. Por motivos óbvios, como a inexistência de uma iTunes Store no Brasil, tivemos que esperar a boa vontade de alguém lá na Irlanda (único país onde o CD foi lançado até agora) disponibilizá-lo nem que fosse apenas para stream mesmo. Enfim, a essa altura do jogo vocês já devem saber o que aconteceu, certo? Mesmo já conhecendo as duas primeiras fixas do álbum pra mim era quase uma obrigação ouví-lo na integra para que nenhum detalhe passasse despercebido, no entanto a minha atenção se intensificou mesmo a partir de ‘Yo-Yo’, terceira faixa da tracklist. Quem conhece bem essa garota sabe o quão segura de si própria ela é, mas como todo ser humano, Roberts é vulnerável em alguns momento, e esse seu lado ela mostra nessa música comparando-se a um iô-iô sem sorte nas nas mãos de uma pessoa que não sabe o que quer, a temática lembra um pouco a do hit da Katy Perry ‘Hot n Cold’, mas sem aquelas piegas desnecessárias que a torna tão óbvia. Os sintetizadores dão o tom de baladinha. Levando em consideração que um terceiro single deverá vir em breve essa seria uma ótima opção.

Produzida pelo DJ francês Dimitri Tikovoi, que no currículo consta trabalhos com Placebo, The Horrors e Goldfrapp, a faixa homônima ao álbum é a que aparece logo em seguida. Essa talvez seja a que deixe mais claro as origens de Nicola, como eu já disse uma vez, as músicas da Cheryl têm a própria identidade dela, as da Nadine também, porém a sonoridade das Girls Aloud pode ser facilmente encontrada nelas. Cada uma explorou basicamente as características das quais já eram conhecidas na época em que trabalhavam juntas, ambas fizeram bons trabalhos e deram ao público exatamente o que eles esperavam, a ruiva aqui foi a que mais explorou novos caminhos, mas também não da pra apagar algo que marcou tanto a sua vida de uma hora para outra, não é mesmo? Uma outra música já conhecida dos mais antenados que acompanharam cada ‘vazamento’ ao longo dos últimos meses é ‘Porcelain Heart’, que por pouco não ficava fora do disco (a principio essa seria lançada apenas como faixa extra do single ‘Beat Of My Drum’), ainda bem que reconsideraram essa situação. Tão obscura quanto arrepiante, chega a dar um frio na espinha quando você ver Nicola desafiando sua própria capacidade vocal ao soltar aquele grito no último minuto. Ao chegarmos a metade do álbum nos deparamos com um dos pontos mais aguardados do ‘Cinderella’, a tão comentada parceria com o pessoal do Metronomy. Aqui os refrões pegajosos dão lugar à assinaturas rítmicas diferenciadas, sintetizadores, guitarra sequinha e pontual. Tudo preciso, intenso e nada forçado. Outro ponto alto certamente é o cover de ‘Everybody’s Gotta Learn Sometime’ da banda oitentista, quase setentista, The Korgis. A frieza nesse momento é de impressionar.

Abraçando novamente o britpop que a colocou onde ela está hoje, Nicola nos presenteia com as pérolas ‘Say it Out Loud’ e ‘Fish Out of Water’ em que balanceia o uso de uma leve bateria com melodias sintéticas menos imediatas. Tudo, novamente, recheado de versos autobiográficos e breaks melódicos, é realmente dificil nesse momento eleger uma música favorita nesse CD, mas se essa fosse uma pergunta de um milhão de reais a resposta certamente seria uma dessas duas. Entre elas está ‘Gladiator’ que por algum motivo me lembrou ‘Outta My Head’ da Ashlee Simpson, nada mal né? Novamente encontrando-se em um território totalmente novo da qual os fãs não a esperaria vê-la ‘Take A Bite’ é basicamente o tipo de música que a Robyn adoraria ter em mãos, e com certeza faria um ótimo trabalho também. O disco encerra com ‘Sticks + Stones’, outra faixa que caiu na rede alguns dias antes do lançamento oficial, em entrevista a revista Top Of The Pops, Nicola revelou que teve momentos em que chegou a ficar emocionada enquanto criava seu material solo, por que sim, todas as doze faixas da qual eu acabei de discursas foram compostas pela própria Roberts, e um desses momentos foi enquanto escrevia ‘S+S’: ‘Eu sou bem madura sobre as críticas – elas geralmente não me machucam, mas quando algo é triste, eu sou muito emocional’.

Abrangente mas ao mesmo tempo intimista, levou quase dez anos para que o mundo conhecesse a Nicola Roberts, mas levando em consideração a joia que ela batizou como Cinderella’s Eyes e nos entregou nessa primavera ninguém tem do que reclamar.

Teria Nicola Roberts feito o melhor debute da música pop do ano?

Vamos aos fatos

Nicola não é exatamente o tipo de artista que precisa fazer muito esforço para que você goste dela, no entanto ela é justamente aquele tipo de artista que poucos tem como ídolo principal, mas pelo visto a própria tomou conhecimento disso e resolveu virar o jogo a seu favor. Lembram quando falamos NESSE post, sobre a baixa recepção do público com ‘Who Run The World’, que o seu primeiro single seria lançado dia 5 de Junho? Pois então, Beat Of My Drum realmente só estará disponível no iTunes no próximo domingo, porém Nicola esteve no começo dessa tarde no programa do Scott Mills, na BBC Radio 1, para apresentar em primeira mão o resultado do seu trabalho ao público.

Não vamos mentir e dizer que alguns meses atrás quando soubemos, que assim como Cheryl e Nadine, ela também se lançaria em carreira solo a notícia mais pareceu uma brincadeira, afinal Nicola nunca chegou a ser a voz mais ativa das Girls Aloud, mas hoje vemos o quanto nós a subestimamos.

Miss Roberts foi inteligente o suficiente em não seguir os passos de duas colegas de grupo, pois se por um lado Cheryl deu totalmente certo se beneficiando de toda sua popularidade para firmar seu nome paralelo as GA, Nadine também fez jus aos eternos comentários de que ela era a voz que mantinha o grupo estável e mesmo não tendo êxito com público, os críticos por sua vez resolveram ficar do seu lado.

Mas então o que poderíamos esperar da Nicola? Com certeza poderia ser qualquer coisa, menos o fato dela passar a perna em todas elas e lançar o melhor trabalho dentre as cinco até agora.

Os burburinhos em torno do seu nome começou a ganhar formato logo que foi anunciado que quem iria produzir o seu primeiro single seria o Diplo mas com certeza o hype tomou força quando o primeiro teaser do clipe de ‘Beat Of My Drum’ foi divulgado ontem pela manhã. Todos já começavam a comentar a respeito, os fãs de longa data (em sua maioria) aprovaram, enquanto o público que ainda não a conhecia ficou curioso pra ver o que a garota tinha para mostrar.

Hoje, mais ou menos por volta das duas da tarde, veio o veredito;

NICOLA ROBERTS IRÁ DOMINAR O MUNDO EM 2011.

PERGUNTAS&RESPOSTAS

Beat Of My Drum é;

A música mais diferente e original que um fã do grupo poderia esperar de uma de suas integrantes nessa fase. As músicas da Cheryl têm a própria identidade dela, as da Nadine também, porém a sonoridade das Girls Aloud pode ser facilmente encontrada nelas. Cada uma explorou basicamente as características das quais já eram conhecidas na época em que trabalhavam juntas, ambas fizeram bons trabalhos e deram ao público exatamente o que eles esperavam, a diferença é que uma ficou ainda mais rica enquanto a outra ficou apenas com o ‘conceito’. Nicola provavelmente terá os dois.

É melhor que qual música da Cheryl? TODAS

É melhor que qual música da Nadine? Put Your Hands Up, Chained, My Sexy Love Affair, You Are The One, Natural, Raw, Rumours, Unbroken e I’ll Make A Man Out Of You Yet.

É melhor que aquela música que a Kimberley gravou com o Aggro Santos? SIM

Pode fracassar? É sempre um risco que se corre.

Quando o single for lançado oficialmente no domingo nós também iremos ter a oportunidade de ouvir Porcelain Heart, que virá como b-side, e pela preview que circula já algumas semanas as coisas parecem que continuaram em um alto nível. O clipe, que já teve dois teaser liberados, será divulgado provavelmente no sábado e o mundo já não consegue mais esperar por isso.

FIM (ou melhor, COMEÇO).

Nadine Coyle IN, Cheryl Cole OUT

A rainha da Tesco não é de desisitir fácil.

Bem, não é porque Cheryl Cole foi demitida do X-Factor que os americanos ficarão sem conhecer a magia das Girls Aloud. Até agora não sabemos o que aconteceu de fato entre Cheryl/Simon/Paula/Nicole/FOX muito menos se ela foi realmente cortada da atração, mas pelo que andamos lendo parece que não será dessa vez que a estrela inglesa irá brilhar na américa.

É uma pena tudo isso e só quem perde no fim das contas é público, mas virando a página, hoje recebemos a melhor notícia da semana. Depois do fiasco que foi o lançamento do álbum Insatiable no Reino Unido ano passado, Nadine Coyle (suspira) está pronta para um novo começo nos Estados Unidos e o primeiro single dessa nova jornada já foi escolhido.

Em uma nota oficial a impressa nós podemos ler a seguinte mensagem;

É com muito orgulho que a cantora e compositora Nadine Coyle apresenta uma prévia do seu hit ‘Runnin’ para o público americano. Nadine está atualmente em estúdio com os incríveis DJs e produtores Vito Fun & Damian Major trabalhando em novos remixes para o single.

Na página do anúncio (veja aqui) ainda consta várias conquistas que Nadine alcançou ao longo de sua carreira com o grupo, seguido por uma nota informando que ‘Insatiable’ foi eleito o quarto melhor single de 2010 no Virgin Music Awards (OK, esse último nem a gente mesmo estavamos sabendo).

De qualquer forma temos que reconhecer que Nadine foi esperta o suficiente para fazer esse comunicado só agora que Cheryl não estará mais em evidência no país, afinal de contas seria um pouco estranho ver duas das maiores artistas do Reino Unido batalhando de formas tão desiguais por um mesmo objetivo.

INCRÍVEL

Ellie Goulding mantém a soberania inglesa nos Estados Unidos

Depois da total dominância de Adele nos Estados Unidos e da Jessie J, em uma proporção um pouco menor, chegou a hora de mais um estrela britânica emplacar na América (e não, ainda não chegou a vez da Katy B), nesse momento nós estamos falando da nossa querida Ellie Goulding.

Ellie, que fez sua estréia na TV americana no mês passado no programa do Jimmy Kimmel, foi a principal atração desse fim de semana do Saturday Night Live e as coisas não poderiam ter saído de formar melhor.

Confessamos que não temos certeza se a audiência do programa foi realmente boa, porém Goulding não tem do que se queixar. Após uma apresentação super confiante de seu single, Lights, a britânica viu logo em seguida seu álbum de estréia (que recebe o mesmo título do single, mas isso vocês já devem saber) figurar em sétimo lugar entre os discos mais baixados no iTunes dos Estados Unidos, nada mal até.

Já “Lights” (o single) aparece atualmente na posição de número #44 entre as músicas mais baixadas no país.

Como o X-Factor irá começar na FOX daqui exatos quatro meses, nós até já sabemos quem será a próxima inglesa a conquistar o público mais cobiçado do mundo (mainstreamente falando.)

O que esperar da versão americana do X-Factor a partir de seus jurados

Ao longo desses vários meses em que o blog está no ar uma das minhas maiores satisfações (sim, dessa vez estou falando na primeira pessoa do singular) foi poder conhecer várias pessoas incríveis da qual não acredito que se tornaria viável sem o intermédio desse. Sendo assim, nada mais justo do que trazer para cá aqueles que se tornaram mais íntimos.

Como vocês podem perceber, aqui no blog é abordado os mais variados tipos de artistas e estilos (mesmo que 73% do tema acabe sendo algo pop) e dessa forma é comum que um público de gostos variados acabe passando por aqui em alguns momentos. Para auxiliar a cobertura dos reality shows de música ao longo do ano, principalmente o The Voice e X-Factor, a partir de hoje novas visões, além da que a maioria já está acostumado, serão mostradas aqui com o intuito de analisar todos os pontos de cada programa que algumas vezes acabam sendo desperçados ou focados de mais em apenas um único tema, geralmente naquele que mais nos interessa, fazendo com que muitas vezes a informação completa acabe não sendo passada.

Começando muito bem essa nova etapa, convidamos o nosso querido amigo Felipe Manno para dar a visão própria dele a respeito do desfecho da novela cujo o enredo foi o cast final da versão americana do X-Factor. A opinião dele reflete quase tudo o que pensamos a respeito do elenco que certamente acompanharemos a partir de Setembro pela FOX.

Então vamos lá;

Depois de muitas especulações foram revelados os 4 jurados da versão americana do X-Factor, liderados por Simon Cowell, os outros mentores serão L.A. Reid, Cheryl Cole e Paula Abdul.

Quando o L.A. Reid foi confirmado, logo pensei: “huum.. ele vai ser o Randy do Painel”, afinal ele é um produtor musical influente, logo acataria bem o papel (de coadjuvante).

A Cheryl Cole ser confirmada, pelo menos para mim, foi uma grande alegria, pois torcia para ela conseguir alavancar sua carreira a nível mundial e o US X Factor é a alavanca perfeita para isso. Ela como jurada é boa, como mentora também. Tem carisma e o talento de ser a “queridinha da galera” em qualquer lugar – é o jeitinho dela.

Com todos os boatos que rolaram anteriormente, onde o Simon dizia que o painel de jurados deveria ser muito bem pensado e com nomes de peso. Logo começaram os burburinhos: se falaram em Nicole Scherzinger, Aguilera, Katy Perry, Rihanna, Jessica Simpson, dentre tantos outros. E repetindo a experiência (de sucesso) no UK, a aquisição de uma jurada na ativa e com alta popularidade seria algo crucial.

Apesar da Cheryl ser até conhecidinha no US, com sua entrada no painel era extremamente necessário alguma jurada de nome de muito peso em escalas mundiais e eis que hoje, no dia da primeira audição com os jurados foi revelado a quarta peça chave do programa: Paula Abdul.

Para mim foi uma decepção, adoro a Paula, mas para essa formação dos mentores era extremamente necessário alguma artista de muito peso (vide Xtina com The Voice arrasando na audiência) no painel. Uma das graças entre os jurados é a implicância do Simon com alguma mentora feminina em especial; Cheryl e Paula faziam esse papel, agora com as duas lado a lado pode ficar um pouco too much.

Agora só nos resta esperar.

(PS; Ainda tem muito mais a ser revelado a respeito da cobertura dos programas, assim como novos nomes e um formato único de se posicionar sobre os mesmo. Então, opiniões?)

Nossas expectativas para o Brit Awards 2011

Por mais incrível que pareça, premiações musicais não nos despertam muito interesse; um motivo a qual atribuímos a nossa pouca disposição para esses eventos talvez seja o fato de que não precisamos de ninguém apontando aquilo que é melhor ou não, preferimos ficar com o nosso próprio conceito do que realmente é o melhor.

Porém se apoiando no fato de que para toda regra existe uma exceção nos realmente amamos o Brit Awards, é lá onde acontece as melhores performances, os melhores indicados a cada categoria e principalmente o melhor formato entre todos os eventos do segmento, algo que o torna bem específico, tornando-se ainda mais incrível pelo fato de ter Robbie Williams como o recordista de vitórias.

Equivalente ao Grammy para os britânicos o BRITs, como é popularmente conhecido, é a principal premiação musical do Reino Unido, o terceiro maior mercado fonográfico do mundo (após os EUA e o Japão) e considerado o grande centro musical do planeta.

Na noite dessa última quinta-feira, 13/01, foram divulgados os nomes dos concorrentes que disputaram o prêmio entre as treze categorias. O rapper Tinie Tempah é o campeão de indicações entre os artistas britânicos, em quatro categorias: cantor, revelação, single e álbum do ano, no entanto esperamos que ele termine a noite sem nenhuma estatueta, não nos entenda mal, nós até achamos o Tinie OK mas já temos nossos favoritos bem definidos para cada uma das categorias na qual o cara está concorrendo, explicaremos melhor mais abaixo.

Para nossa extrema felicidade o Olly Murs e Matt Cardle receberam suas indicações, mais que merecidas, na categoria ‘Single do Ano’ por ‘Please Don’t Let Me Go’ e ‘When We Collide’ respectivamente, porém a disputa promete ser bem acirrada (pelo menos nós acreditamos que será) pois na disputa também estão a boyband The Wanted com ‘All Time Low’, Alexandra Burke & Pitbull com ‘All Night Long’ e a queridinha da nação Cheryl Cole com ‘Parachute’, se dependesse de nós todos eles ganhariam nesse quesito.

Como já falamos no post abaixo, Jessie J já saiu da festa dos indicados com o prêmio de ‘Escolha da Crítica’ nas mãos, porém esquecemos-nos de informar que ela, assim como Tinie Tempah, Rihanna, Take That e o Plan B são alguns dos nomes já possuem performances confirmadas.

Esse ano a cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá dia 19 de Fevereiro e como acontece desde sua primeira edição será realizada no Earl Courts Exhibition Centre. O evento não foi exibido no Brasil ano passado mas caso não esteja enganado ele é transmitido pela ITV1, mesmo canal do X-Factor, sendo assim todos nós poderemos assistir ao vivo.

Abaixo segue a lista completa dos indicados (em destaque aqueles que gostaríamos que ganhassem, em algumas categorias nós temos mais de um favorito OK?).

Single Britânico;
Matt Cardle – When We Collide, Alexandra Burke & Pitbull – All Night Long, Cheryl Cole – Parachute, Florence & The Machine – You’ve Got The Love, Plan B – She Said, Scouting For Girls – This Ain’t A Love Song, Olly Murs – Please Don’t Let Me Go, Taio Cruz – Dynamite, Tinie Tempah – Pass Out, The Wanted – All Time Low.

Cantor Britânico;
Mark Ronson, Paul Weller, Plan B, Robert Plant, Tinie Tempah.

Cantora Britânica;
Cheryl Cole, Ellie Goulding, Laura Marling, Paloma Faith, Rumer.

Revelação Britânica;
Ellie Goulding, Mumford & Sons, Rumer, Tinie Tempah, The XX.

Grupo Britânico;
Biffy Clyro, Gorillaz, Mumford & Sons, Take That, The XX.

Álbum Britânico;
Mumford & Sons – Sigh No More, Plan B – The Defamation of Strickland Banks, Take That – Progress, Tinie Tempah Disc – Overy, The XX – XX.

Cantor Internacional;
Bruce Springsteen, Cee Lo Green, David Guetta, Eminem, Kanye West.

Cantora Internacional;
Alicia Keys, Katy Perry, Kylie Minogue, Rihanna, Robyn.

Revelação Internacional;
Bruno Mars, Glee Cast, Justin Bieber, National, Temper Trap.

Grupo internacional;
Arcade Fire, Black Eyed Peas, Kings of Leon, The Script, Vampire Weekend.

Álbum Internacional;
Arcade Fire – The Suburbs, Cee Lo Green – The Lady Killer, Eminem – Recovery, Katy Perry – Teenage Dream, Kings Of Leon – Come Around Sundown.

Produtor Britânico;
Ethan Johns, John Leckie, Markus Dravs, Mike Pela, Stuart Price.

Vampire Weekend e sua versão indie de ‘Fight For This Love’

Pense e responda rápido; Quais artistas britânicos mais influenciaram outros músicos ao redor do mundo? Acreditamos que os primeiros nomes que vieram a cabeça foram Beatles, Joy Division, The Smiths, Radiohead, Coldplay e Cheryl Cole. Bem, pelo menos foi o primeiro single da jurada do X Factor que os nova-iorquinos do Vampire Weekend escolheram para cantar durante a participação no BBC Radio 1’s Live Lounge hoje pela manhã.

Mas não pense que a escolha da banda indie foi com o intuito de gozação ou algo do tipo, sobre o porque de escolher ‘Fight For This Love’ o vocalista Ezra Koenig respondeu da seguinte forma;

Um dia estávamos no carro indo para o aeroporto e ouvimos uma música que nos lembrou ‘All My Life’ da dupla K-Ci & JoJo, que é uma canção muito importante para as pessoas da nossa idade. Quando ouvimos ‘Fight For This Love’ dissemos “essa música é incrível”, pesquisamos e descobrimos que quem cantava era uma garota chamada Cheryl Cole.

Parece que a estrela revelada pelo Girls Aloud é realmente muito bem vista entre os indie-rockers, dentre alguns que também já andaram cantando suas músicas estão os escoceses do Biffy Clyro e os também britânicos do Delphic e The Wanted, Selena Gomez e o The Reason também estão nesse time.

Nova versão do clipe “Check It Out” com a participação de Cheryl Cole

Após uma modesta recepção do single “Check It Out” nos Estados Unidos, a dupla will.i.am & Nicki Minaj escolheram a estrela certa para tentar emplacar a música no Reino Unido, certamente estamos falando de Cheryl Cole.

A participação de Cole no vídeo é bem modesta, no entanto, com o atual sucesso da cantora por toda Europa, qualquer coisa que possua seu nome no meio, as chances de sucesso praticamente se multiplicam.